Galerias
 
 
A A A    
IMAmtt alerta para a pressão de bicudo
19/10/2018
 

O início do período de entressafra do algodão traz de volta os relatórios do monitoramento do bicudo-do-algodoeiro realizados pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), através de armadilhas de feromônio instaladas em propriedades de todos núcleos regionais.

O objetivo desse trabalho, que é feito há algumas safras consecutivas, é chamar atenção para os locais com maior presença de bicudos remanescentes da safra recém-concluída (2017/18).

"Fazendo o levantamento das populações do bicudo em Mato Grosso, temos condições de alertar produtores e técnicos para as áreas que oferecem maior risco, evitando assim grande pressão da praga na safra 2018/19", explica o entomologista do IMAmt, Guilherme Moura Rolim.  O bicudo é considerado a maior praga da cotonicultura nacional.

O pesquisador elabora os comentários que acompanham os gráficos elaborados a partir dos dados coletados nas armadilhas.  Esse material é direcionado aos produtores associados à Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão) e disponibilizado para consulta nos sites da Ampa e do IMAmt.

De acordo com o primeiro levantamento divulgado nesta quinta-feira (18/10), foram observados altos índices de captura do bicudo nos núcleos regionais Centro (região de Campo Verde), Centro Leste (região de Primavera do Leste) e Sul (região de Rondonópolis), nas duas primeiras semanas da pré-safra 2018/19, o que coloca toda a Região I como zona vermelha.

"É importante redobrar a atenção nas áreas com maior captura, principalmente naquelas onde houve dificuldade na destruição de soqueira, bem como realizar a destruição de qualquer planta de algodoeiro, evitando a permanência e/ou reprodução do inseto durante a entressafra", comenta Rolim.

Nos núcleos regionais Norte (região de Lucas do Rio Verde e Sorriso), Médio Norte (região de Campo Novo do Parecis) e Noroeste (região de Sapezal), compreendidos na Região II, os índices de bicudo por armadilha por semana (B.A.S) foram inferiores, porém também preocupantes. Em virtude dos resultados, o Núcleo Regional Norte foi classificado como zona vermelha e os núcleos Médio Norte e Noroeste como zona amarela.

"É de extrema importância a manutenção da vigilância constante, pois o trabalho bem feito nas três últimas safras pode ser perdido, caso haja algum relaxamento ou falta de atenção com as ações que devem ser realizadas nesse período de pré-safra 2018/19", afirma o pesquisador do IMAmt.

Ele destaca a importância de se realizarem vistorias em todos os núcleos regionais, em meio aos talhões semeados com soja, visando a eliminação das plantas de algodão remanescentes e as eventuais tigueras.

 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Ampa
 
 
 
 
 
Fotos Videos
Workshop da Qualidade 2018
Jornada da Qualidade 2018
Dia de Campo 2018
Mais  Fotos
 
 
 
Institucional Notícias Sustentabilidade
Quem Somos Fale Conosco Programa Semeando o Bem
Histórico   Programa Fazenda Saudável
Missão, Visão e Valores Galerias Programa ABR
  Fotos Sistema BCI
  Vídeos  
Diretoria Legislação Publicações
     
     
 
IAS - Instituto Algodão Social
Rua Engº Edgard Prado Arze, nº 1.777, Qd 03 - Setor A, Edifício Cloves Vettorato, Centro Político Administrativo - CEP 78049-015
Cuiabá - Mato Grosso - Brasil - +55 (65) 3322-0001

2012 - Todos os direitos reservados