Galerias
 
 
A A A    
Treinamento é encerrado em Campo Verde
05/03/2018
 
Assessora de Comunicação da Ampa

O paulista Bruno Eduardo Martins, 21 anos, está acompanhando sua primeira safra de algodão e participa do primeiro treinamento para monitores técnicos de campo do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt); o goiano Célio Antônio Almeida, 53 anos, trabalha como monitor em Mato Grosso desde 2009 e já perdeu a conta de quantos treinamentos participou. Em comum, eles têm o propósito de aprender. "Participo todo ano e sempre tem coisa nova para aprender", afirma Célio, que vai colar grau no curso de Agronomia na próxima semana e trabalha como monitor na Fazenda Ouro Verde do Grupo JPupin.

Na última sexta-feira (2 de março), eles participaram do Treinamento para Monitores de Pragas do Algodoeiro, oferecido pelo IMAmt no Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica do Núcleo Regional Centro, em Campo Verde (a 120 km de Cuiabá). Desde o dia 21 de fevereiro, o treinamento foi realizado em todos os núcleos regionais de produção algodoeira, como já é tradição desde 2007.

Bruno veio pela primeira vez, mas seu amigo Alex Eduardo Marchi, de 22 anos, aluno de Agronomia no IFMT (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso), participou do treinamento em 2017. "Mas parece que é a primeira vez. A agricultura é uma atividade muito complexa e dinâmica, e esse tipo de treinamento é de vital importância. A gente tem que estar sempre se atualizando", comenta Marchi, que trabalha como monitor junto com Bruno na Fazenda Floresta, do Grupo Produzir.

Num grupo predominantemente masculino, a maioria das mulheres presentes era estudante, mas havia exceções como Rosa Caroline Lopes da Silva, 27 anos, que trabalha como monitora técnica de campo na Fazenda Jangada, do Grupo Aliança do Cerrado. Natural de Barra do Garças, Rosa, que é técnica agrícola e está se formando em Agronomia no IFMT,  enfrenta a sua segunda safra, porém é a primeira vez que participa do treinamento do IMAmt.  Ela conta que gosta de atuar como monitora e que seu principal foco no treinamento é tudo que diz respeito a pragas e doenças.  "A gente vê o que está acontecendo no campo, mas falta embasamento técnico", comenta.

E é esse exatamente o objetivo do treinamento anual oferecido pelo IMAmt (atualmente com apoio financeiro do Instituto Brasileiro do Algodão – IBA): levar o conhecimento de quem trabalha com a pesquisa àqueles que monitoram o dia a dia das lavouras dos associados da Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), de forma a aproximar pesquisadores e monitores técnicos de campo, assim como estreitar a relação destes profissionais com os assessores técnicos regionais (ATRs).

Na safra 2017/18, os treinamentos nos núcleos regionais Norte (regiões de Sorriso e Lucas do Rio Verde), Médio Norte (região de Campo Novo do Parecis), Noroeste (Sapezal), Sul (Rondonópolis), Centro Leste (Primavera do Leste) e Centro, contaram com os seguintes palestrantes: Rafael Galbieri (doenças do algodoeiro e nematoides), Edson Junior (plantas daninhas resistentes) e Jacob Netto (principais pragas). Em cada regional, o ATR local falou sobre a situação do bicudo, considerado a maior praga da cotonicultura nacional, comentando os resultados do Sistema de Alerta de Pragas Emergentes (SAP-e) e alertando para o nível de infestação do inseto na região, neste início de safra.

 

 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Ampa
 
 
 
 
 
Fotos Videos
Workshop da Qualidade 2018
Jornada da Qualidade 2018
Dia de Campo 2018
Mais  Fotos
 
 
 
Institucional Notícias Sustentabilidade
Quem Somos Fale Conosco Programa Semeando o Bem
Histórico   Programa Fazenda Saudável
Missão, Visão e Valores Galerias Programa ABR
  Fotos Sistema BCI
  Vídeos  
Diretoria Legislação Publicações
     
     
 
IAS - Instituto Algodão Social
Rua Engº Edgard Prado Arze, nº 1.777, Qd 03 - Setor A, Edifício Cloves Vettorato, Centro Político Administrativo - CEP 78049-015
Cuiabá - Mato Grosso - Brasil - +55 (65) 3322-0001

2012 - Todos os direitos reservados