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Mato Grosso presente em eventos no exterior
09/10/2017
 
Acervo da Ampa

Produtores de algodão de Mato Grosso participam neste mês de outubro de dois dos principais eventos internacionais do setor. Na semana passada, o presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Alexandre Schenkel, acompanhou em Singapura o evento anual da Associação Internacional do Algodão (ICA na sigla em inglês), junto com Milton Garbugio e Sérgio De Marco, ex-presidentes da Ampa, e Alessandro Polato, membro titular do Conselho Fiscal. Schenkel e Garbugio viajaram como integrantes da comitiva da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

A entidade aproveita o evento anual da ICA para promover uma agenda adicional de encontros exclusivos com líderes globais do setor, além de palestras e almoço, nos quais divulga o algodão brasileiro e enfatiza os programas desenvolvidos junto com as estaduais nas áreas de rastreabilidade, qualidade e sustentabilidade.

Este ano, a Abrapa promoveu reuniões com oito importantes empresas do setor: Olam, Omnicotton, Cofco, Ecom, Reinhart, ADM, Dreyfus e Cargill, no dia 11. A comitiva brasileira assistiu a uma palestra exclusivamente agendada para os seus membros, com o presidente da Cargill Cotton, William Barksdale. No dia 12, foi a vez do especialista em questões globais do agronegócio, que vive em Singapura, Marcos Jank, falar sobre as oportunidades para o Brasil e o algodão brasileiro na Ásia. A comitiva da Abrapa foi recepcionada pelo embaixador do Brasil em Singapura, Flávio Soares Damico, e pelo head de marketing da Bayer, André Kraide Monteiro.

A ICA é a principal associação comercial de algodão e foi criada em 1841, em Liverpool, no Reino Unido, quando um grupo de corretores de algodão criou um conjunto de normas e regras para ajudar a regular a compra e venda de algodão. A agenda do ICA Annual Trade Event de 2017, realizado no Raffles City Convention Centre, incluiu uma série de palestras, além do tradicional jantar de gala.

Para o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, participar do evento da ICA é parte de um trabalho que vem sendo desenvolvido há muito tempo pela entidade, que tem contribuído para a abertura e consolidação de mercados, sobretudo, na Ásia, e para o fortalecimento da imagem do algodão do Brasil.

O presidente da Ampa, Alexandre Schenkel, vê com bons olhos a maior aproximação com o mercado asiático. ¨Para aproveitarmos esta pujança, do crescimento do sudeste da Ásia, e a demanda que está se concretizando por parte dos chineses, temos que manter nossos esforços para produzir com qualidade e eficiência¨, comenta Schenkel.

Ele voltou otimista dos encontros com os representantes das tradings: ¨ Ficou bem claro que podemos aumentar, além de nossa participação naquele mercado, o prêmio pelas características de nossa pluma e também por conta da estabilidade de nossa produção. Isso resultaria em preços melhores, mais valorização de nosso produto!¨

Schenkel acrescenta que os produtores mato-grossenses buscaram muitos exemplos de produção e de qualidade com países exportadores como a Austrália e os Estados Unidos. ¨Com os bons exemplos, desenvolvemos uma cotonicultura eficiente e, além de tudo, responsável, o que hoje deixa o Brasil em igualdade na valorização da fibra em relação a esses países. Durante o encontro da ICA, em Singapura, ouvimos demandas, das tradings e de clientes, que nos ajudam a construir com solidez nossa posição no mercado global de algodão¨, conclui.

76ª Reunião Plenária do Icac - Na próxima semana, entre os dias 22 e 27, o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac na sigla em inglês) promoverá a sua 76ª Reunião Plenária, no Uzbequistão – pais que integrava a antiga União Soviética.  A Ampa estará representada nesse evento pelo diretor 1º secretário Paulo Sérgio Aguiar e pelo diretor executivo Décio Tocantins.

De acordo com dados do Icac, o Uzbequistão está entre os cinco maiores produtores mundiais de pluma – atrás de Índia, China, Estados Unidos e Brasil -, com uma área plantada de 1.298 mil ha e produção de 832 mil toneladas de pluma. Segundo o Icac, o Brasil cultiva uma área de 955 mil ha onde produz 1.289 mil t. A produtividade brasileira é estimada em 1.350 kg/ha, enquanto no Uzbesquistão é de 641 kg/ha.

Sediado em Washington DC, nos Estados Unidos, o Icac foi criado em 1939 e se propõe a prover informações e sugestões para solução de problemas, servir de elo entre a cadeia produtiva, comercial e o consumidor final, assim como assistir os governos das nações produtoras de algodão na elaboração de políticas econômicas para o setor da cotonicultura.  O tema da próxima Reunião Plenária é "Algodão na era da globalização e progresso tecnológico".

 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Ampa com informações da Ass. de Imprensa da Abrapa
 
 
 
 
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