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Conab confirma supersafra de grãos
10/08/2017
 

Com um aumento de 27,7% ou 51,6 milhões de toneladas, a safra de grãos 2016/17 deve chegar a 238,2 milhões de toneladas frente às 186,6 milhões de t da safra passada. Os números da 11ª e penúltima estimativa da safra atual foram divulgados nesta quinta-feira (10 de agosto) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 Foram responsáveis por esta supersafra, além de pequena ampliação de área em 4%, as condições climáticas favoráveis e o aumento da produtividade média de todas as culturas, à frente soja e milho, que tiveram alto nível de aplicação tecnológica. A produtividade média da leguminosa subiu de 2.870 para 3.362 kg/ha e a do milho total, de 4.178 para 5.563 kg/ha. A soma de todas as culturas pode chegar a 60,7 milhões de hectares, um pouco acima dos 58,3 milhões de ha da safra 2015/16.

Com relação ao algodão em pluma, o crescimento é de 18,2%, podendo alcançar 1,5 milhão de toneladas em termos nacionais, mesmo com a estimativa de queda de 1,7% na área cultivada, reduzida de 955,2 ha (na safra 2015/16) para 939,1 ha na safra corrente.

Em Mato Grosso, que mantém a liderança na produção algodoeira no país, a área de cultivo cresceu ligeiramente (de 600,8 ha para 627,8 ha – aumento de 4,5%), porém o incremento esperado na produção deverá ser de 15%. De acordo com o último levantamento da Conab, a produtividade é estimada em 1.614 kg/ha (10,1% superior à da safra passada) e esse fator, aliado ao aumento na área de cultivo em Mato Grosso, leva a uma estimativa de produção de pouco mais de 1 milhão de toneladas (1.013 mil t)  - 15% maior que a da safra 2015/16 (que fechou em 880,5 t).

O presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Alexandre Schenkel, acompanha com atenção os números da Conab e está otimista em relação aos resultados da safra 2016/17, que foi semeada na janela ideal de plantio e contou com condições climáticas mais favoráveis que na safra anterior. Porém alerta que a colheita ainda não atingiu a metade da área plantada (o avanço neste momento é estimado em 40 a 45% do total da área cultivada) e, por isso, o foco de produtores e das equipes técnicas se mantém voltado para os trabalhos em campo, visando assegurar a qualidade da pluma produzida e a destruição dos restos culturais – medida fundamental para garantir menor pressão de pragas como o bicudo-do-algodoeiro na próxima safra.

Soja, milho e feijão - Em relação à soja, produção e área permanecem próximas ao do último levantamento. O crescimento da cultura deve ser de 19,5% e chegar a 114 milhões de toneladas, com ampliação de 2% na área plantada estimada em 33,9 milhões de hectares. Já para o milho total, a produção deve alcançar 97,2 milhões de toneladas, 46,1% acima da safra 2015/2016. A previsão é de 30,5 milhões de toneladas para a primeira safra e de 66,7 milhões para a segunda. A área total deve alcançar 17,5 milhões de hectares, com um crescimento de 9,7%. Mais de 88% dos grãos produzidos no país se deve às duas culturas.

 No caso do feijão total, a produção deve atingir 3,4 milhões de toneladas, em uma área de 3,1 milhões de hectares. O feijão primeira safra, que já está colhido, detém uma produção de 1,39 milhão de toneladas, resultado 34,3% superior ao produzido em 2015/2016. Já o da segunda safra, que também está finalizado, deve alcançar 1,22 milhão de toneladas. O feijão terceira safra deve produzir 750 mil toneladas, sendo 665 mil do tipo cores, 77 mil do caupi e 7,9 mil toneladas do preto.

Culturas de inverno – Está prevista a redução de 13,6% na área de trigo, estimada em 1,83 milhão de hectares contra 2,1 milhões de ha da safra passada. Com isso, a produção deve recuar 22,8% e chegar a 5,2 milhões de toneladas frente às 6,7 milhões de t de 2016. Ao contrário do trigo, a aveia eleva a área em 13,3%, podendo alcançar 330,4 mil hectares, com uma produção estimada em 846,8 mil toneladas.

A pesquisa foi realizada no período de 23 a 29 de julho em todas as regiões produtoras, quando foram consultadas diversas instituições e informantes cadastrados em todo o país.

Clique aqui para fazer o download do estudo.

 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Ampa com informações da Conab
 
 
 
 
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